Informação clara para compreender cada procedimento.
As explicações abaixo são gerais e educativas. A indicação, o preparo e os cuidados de cada paciente dependem de avaliação médica individual.
Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação médica individualizada.
Exames e procedimentos explicados de forma objetiva.
Os cards foram organizados conforme a pertinência de cada procedimento. Informações dependentes do protocolo da clínica permanecem destacadas para confirmação.
01Diagnóstico e terapiaEndoscopia Digestiva Alta+
Exame que permite visualizar o esôfago, o estômago e o duodeno com um endoscópio flexível. Pode auxiliar na investigação de sintomas e alterações do trato digestivo superior e, em situações selecionadas, permitir biópsias ou tratamento endoscópico.
Quando pode ser indicada
Entre outras situações, pode ser solicitada para investigar dor ou desconforto na parte superior do abdome, dificuldade para engolir, refluxo, náuseas, vômitos, anemia ou sinais de sangramento digestivo. A indicação depende da avaliação médica.
Como é realizada
O aparelho é introduzido pela boca e conduzido até o duodeno, permitindo a inspeção da mucosa e a passagem de instrumentos pelo próprio endoscópio quando necessário.
Análise de material
Quando indicada, podem ser obtidas pequenas amostras de tecido para análise anatomopatológica ou para investigações específicas, como pesquisa de Helicobacter pylori. A necessidade de coleta é definida durante a avaliação médica e o exame.
Riscos e limitações
Eventos adversos são incomuns, mas podem incluir sangramento, perfuração e reações relacionadas aos medicamentos usados durante o procedimento. Algumas doenças podem não ser identificadas apenas pela endoscopia, sendo necessários outros exames conforme o caso.
Conteúdo informativo. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação médica individualizada.
Falar sobre endoscopia02Ressecção endoscópicaMucosectomia Endoscópica do Estômago+
Procedimento endoscópico utilizado para retirar determinadas lesões superficiais da mucosa do estômago. A possibilidade de tratamento endoscópico depende da avaliação completa da lesão e do contexto clínico do paciente.
Quando pode ser indicada
Pode ser considerada para algumas lesões superficiais do estômago quando a avaliação endoscópica, histológica e clínica indicar que a ressecção endoscópica é apropriada. Tamanho, aspecto, localização e profundidade estimada são fatores relevantes, mas não definem isoladamente a conduta.
Como é realizada
Após identificar e delimitar a lesão, o médico utiliza acessórios endoscópicos para separá-la das camadas mais profundas e realizar a ressecção. A técnica específica é escolhida de acordo com as características da lesão.
Análise do material
O tecido retirado é encaminhado para análise anatomopatológica. O resultado auxilia na avaliação da natureza da lesão, das margens e na definição do acompanhamento ou de tratamentos adicionais, quando necessários.
Riscos, limitações e acompanhamento
Podem ocorrer sangramento, perfuração e ressecção incompleta. Dependendo do resultado anatomopatológico ou da evolução, pode ser necessário novo procedimento endoscópico, acompanhamento específico ou outra modalidade de tratamento.
Conteúdo informativo. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação médica individualizada.
Consultar a equipe03Acesso enteralGastrostomia Endoscópica+
Procedimento utilizado para estabelecer um acesso ao estômago por meio da parede abdominal, permitindo administração de nutrição, líquidos e medicamentos quando a alimentação pela boca não é adequada ou segura e o trato gastrointestinal pode ser utilizado.
Quando pode ser indicada
Pode ser considerada em pessoas que necessitam de alimentação enteral por período prolongado, por exemplo quando há dificuldade importante de deglutição. A indicação deve considerar a condição clínica, o prognóstico e as alternativas disponíveis.
Como é realizada
A endoscopia permite visualizar o interior do estômago e auxilia na escolha do local de colocação da sonda através da parede abdominal. A técnica e os medicamentos utilizados são definidos pela equipe responsável.
Cuidados posteriores
A sonda e o local de inserção exigem cuidados de higiene, posicionamento e manejo. A equipe deve orientar o paciente e/ou cuidador sobre uso, limpeza, sinais de alerta e situações em que é necessário procurar assistência.
Riscos e limitações
Podem ocorrer dor local, vazamento, deslocamento ou obstrução da sonda, infecção, sangramento e, menos frequentemente, aspiração ou perfuração. A gastrostomia não elimina a necessidade de acompanhamento da doença de base.
O plano de cuidados deve ser individualizado e discutido com a equipe assistente.
Consultar a equipe04Tratamento endoscópicoDilatação Esofágica+
Procedimento destinado a ampliar uma região estreitada do esôfago para melhorar a passagem de alimentos e líquidos quando existe estenose ou outra condição passível de dilatação.
Quando pode ser indicada
Pode ser utilizada em estreitamentos benignos ou outras situações definidas pelo médico após investigação da causa da dificuldade para engolir. Nem toda disfagia é tratada com dilatação.
Como é realizada
A ampliação pode ser feita com balões ou dilatadores apropriados, com técnica escolhida de acordo com a localização, o tipo e a complexidade do estreitamento.
Necessidade de novas sessões
Alguns estreitamentos exigem dilatações progressivas ou repetidas. O número e o intervalo entre as sessões dependem da causa, da resposta ao tratamento e da segurança do paciente.
Riscos e limitações
Os principais riscos incluem perfuração, sangramento e aspiração, além de dor ou desconforto após o procedimento. A dilatação trata o estreitamento, mas o controle da causa de base pode exigir outras medidas.
A indicação e a técnica são definidas pelo médico responsável.
Consultar a equipe05Tratamento de varizesLigadura Elástica de Varizes Esofágicas+
Procedimento endoscópico em que pequenos anéis elásticos são aplicados sobre varizes do esôfago para interromper o fluxo sanguíneo na área tratada. Pode fazer parte da prevenção ou do controle de sangramento, conforme o quadro clínico.
Quando pode ser indicada
A indicação considera o risco de sangramento, a causa da hipertensão portal, o histórico clínico e outras opções de tratamento. A decisão é individual e costuma integrar o acompanhamento da doença hepática ou da condição responsável pelas varizes.
Como é realizada
Durante a endoscopia, a variz é aspirada para um dispositivo acoplado ao endoscópio e recebe um anel elástico. Podem ser tratadas várias varizes na mesma sessão, conforme avaliação médica.
Acompanhamento
Podem ser necessárias novas sessões e acompanhamento endoscópico. A ligadura trata as varizes selecionadas, mas não corrige por si só a causa da hipertensão portal.
Riscos e limitações
Pode haver dor ou desconforto, dificuldade temporária para engolir, ulceração no local da ligadura e sangramento. Hemorragia digestiva pode ser grave e requer avaliação médica imediata.
Em caso de sinais de sangramento digestivo, procure avaliação médica com urgência.
Consultar a equipe06Diagnóstico, prevenção e terapiaColonoscopia+
Exame realizado com um colonoscópio flexível para visualizar o reto e o cólon. Pode auxiliar na investigação de sintomas, na avaliação de doenças intestinais e na identificação e retirada de determinadas lesões durante o mesmo procedimento.
Quando pode ser indicada
Pode ser solicitada para investigar sangramento, anemia, alterações persistentes do hábito intestinal, sintomas abdominais, acompanhamento de doenças do cólon ou estratégias de prevenção e detecção precoce do câncer colorretal conforme idade, histórico e fatores de risco.
Como é realizada
O colonoscópio é introduzido pelo ânus e avançado pelo intestino grosso. Durante o exame, o médico pode realizar biópsias ou remover pólipos quando houver indicação e condições técnicas adequadas.
Análise de material
Biópsias e pólipos retirados podem ser enviados para análise anatomopatológica. O resultado, associado aos achados do exame, orienta o diagnóstico e o intervalo de acompanhamento.
Riscos e limitações
Complicações são incomuns, mas podem incluir sangramento e perfuração, especialmente quando são realizados procedimentos terapêuticos. Medicamentos usados para sedação, quando utilizados, têm riscos próprios. Preparo inadequado ou limitações anatômicas podem reduzir a qualidade ou impedir a conclusão do exame.
O preparo correto é essencial para a qualidade do exame, mas o protocolo deve ser fornecido pela clínica.
Falar sobre colonoscopia07Controle de sangramentoHemostasia Endoscópica (Endoscopia/Colonoscopia)+
Conjunto de técnicas utilizadas por endoscopia para tentar controlar sangramentos no trato digestivo. O método é escolhido de acordo com a origem, a localização, a intensidade do sangramento e as condições do paciente.
Quando pode ser indicada
Pode ser empregada em diferentes causas de hemorragia digestiva, como úlceras, lesões vasculares, sangramentos após procedimentos e outras situações identificadas durante a endoscopia ou colonoscopia.
Como pode ser realizada
Existem métodos mecânicos, térmicos e injetáveis. A escolha pode envolver uma ou mais técnicas e depende do diagnóstico endoscópico. A disponibilidade de cada recurso varia entre os serviços.
Acompanhamento
Mesmo após o controle inicial, pode ocorrer novo sangramento. Dependendo da evolução, podem ser necessários nova endoscopia, outros procedimentos ou tratamento cirúrgico.
Riscos e limitações
Além dos riscos do exame endoscópico, a terapia hemostática pode causar lesão local, sangramento persistente ou perfuração, conforme o método e a condição tratada. Situações de hemorragia digestiva podem exigir atendimento de urgência.
Hemorragia digestiva pode representar emergência e necessita avaliação médica.
Consultar a equipe08Ressecção endoscópicaMucosectomia Endoscópica do Cólon+
Procedimento terapêutico realizado durante a colonoscopia para retirar determinadas lesões superficiais da mucosa do cólon quando a avaliação endoscópica indica que a ressecção endoscópica é apropriada.
Quando pode ser indicada
Pode ser considerada para lesões superficiais selecionadas. A decisão leva em conta aspecto, tamanho, localização, sinais de profundidade e condições clínicas, além da experiência e dos recursos necessários para a ressecção segura.
Como é realizada
A lesão é delimitada e podem ser usados acessórios para elevar e remover a área selecionada. A técnica varia de acordo com as características da lesão e pode exigir medidas endoscópicas adicionais para controle de sangramento ou fechamento de defeitos.
Análise e seguimento
O material retirado é encaminhado para análise anatomopatológica. O resultado e a avaliação da ressecção orientam a necessidade de acompanhamento, nova colonoscopia ou tratamento adicional.
Riscos e limitações
Os principais riscos incluem sangramento e perfuração. Em algumas lesões, a retirada pode não ser completa em uma única sessão ou pode haver recorrência local, exigindo vigilância e, eventualmente, nova abordagem.
A indicação depende da avaliação detalhada da lesão e do paciente.
Consultar a equipe09Ressecção de póliposPolipectomia de Cólon+
Retirada endoscópica de pólipos identificados no cólon. Muitos pólipos podem ser removidos durante a colonoscopia, permitindo análise do tecido e reduzindo o risco associado a determinadas lesões precursoras de câncer colorretal.
Quando pode ser realizada
A decisão de retirar um pólipo durante o exame depende de suas características, localização, tamanho, condições clínicas do paciente e segurança técnica. Lesões mais complexas podem exigir planejamento específico ou encaminhamento para outra abordagem.
Como é realizada
Existem diferentes técnicas de polipectomia, escolhidas conforme as características do pólipo. A retirada pode utilizar alças, pinças ou outros acessórios endoscópicos apropriados.
Análise do material
O pólipo retirado costuma ser encaminhado para análise anatomopatológica. O resultado ajuda a determinar a natureza da lesão e a necessidade de acompanhamento futuro.
Riscos e limitações
Sangramento e perfuração são complicações possíveis, embora incomuns. O sangramento pode ocorrer imediatamente ou de forma tardia. O intervalo para nova colonoscopia depende do resultado histológico, do número e tamanho dos pólipos e da qualidade do exame.
Conteúdo informativo. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação médica individualizada.
Consultar a equipePreparo para colonoscopia
Validação técnica
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Campo Grande/MS
Sáb: 7h às 12h
